E mais engraçado de tudo, é isso aqui: - Medo! Que palavra terrível, nos paralisa. Mas, quando dois corações se comunicam, se compreendem, falam a mesma língua e chegam a compartilhar das mesmas dores, porventura dói as feridas antigas da transposição de um amor passageiro, que deixou o valor do sentimento de lado e viveu a miragem do deserto. Tornei-me filho do medo de amar. Sinto receio de cada atitude, que possa magoar; snto-me quem sabe vigiado por medo de tentar lutar e não ser compreendido? Pairo no tempo e não retomo o passado os desejos de outrora. Uma estória que agora no presente me deixa desamado, (sinto-me desonrado). Estes dias tudo terminou, mas há esperança e continuamos juntos - Não consigo parar de chorar. Estivera parado no tempo, no ar, onde figurei meus pensamentos em tua pessoa que entristece o meu ego e me põe o laço: - Com a ilusão. O fim deixou meu ser amedrontado e não desejo mais outra paixão. Talvez, eu tenho medo de recomeçar! Um começo...
Dia das mães (Texto: Antony Justino) Hoje perfaz mais de 20 anos e me recordo com brandura dos nove meses que estivera sob teus cuidados, estes que ainda hoje me vem em suma a me tomar. Para mim: irmã, amiga, conselheira, porto seguro, sempre MÃE; e pra ti: formado homem, criado, hoje com sonhos e desejos próprios que afloram em companhia dos anos vividos, das experiências acumuladas, e uma coisa aos teus olhos eu hei de certo sempre ser: filho; uma criança, esta que ainda olhas e a vê desprotegida, necessitando de carinho, dos teus abraços, do teus ombros para chorar, dos teus ouvidos para ouvir, enfim, ser amado por alguém que sem dúvida não exigi nada em troca. O tempo me tem, lhe teve, me fez e me faz querer seguir cada vez mais com meus próprios passos, estou crescendo rápido por demais, mais e mais; começo a conviver e aprender com minhas próprias escolhas e erros e que sem sombra de dúvidas, gostaria de agradar e agradecer a todos, atender-vos nos anseios. E cedo ou tarde c...
Afinal de contas, do que estamos nos refugiando? Somos tão incoerentes, imprecisos; agora tudo isso por quê? Ah! Já sei, tempo para pensar antes de agir. Será que pensamos o suficiente? E no sentido de auto-aconselhar-se, de procurar ponderar e saber se realmente determinadas ações são realmente gratificantes para nós? Outra coisa me pergunto, temos falado com NÓS mesmos? Somos capaz de nos ouvir? Por que será que temos medo de dizer NÃO para nós mesmo ou até mesmo um SIM, de dizer SIM para aqueles sonhos que um dia foram mais vivos dentro de nós e acreditar que não exista CHAMAS que não possam ascender? As condições das quais nos encontramos hoje pode nos ser confortável, e isso é bom? Claro que é, mas, e aí? É só isso? Agora é viver em função dos cuidados que damos as outras pessoas.... Que sempre digamos, valeu a pena VIVER mais um dia...
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